Avisei-te ainda estes dias do tamanho perigo que era encontrar-me assim de olhar viajado. Não que em algum momento meus olhos anunciassem estarem cravados nesta terra, mas sim que, quando começam a dizer, é porque um dilúvio há de vir. E dizer não é como voar é aos pássaros. Ultrapassa todo o extinto e destina-se ao exercício. Alerto: é preciso muito mais do que um par de ouvidos para me ouvir. É o toque sem tato. E em mim sempre há algo pronto para nascer.
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