Sei que minhas frases impulsivas te assustam, e que meus modos inconstantes te afastam. Não consigo me regrar, me moldar para servir em algo ou alguém.
E não, eu não quero morrer. Tenho muita vontade de vivenciar essas distrações que inventaram pra ocuparem a gente enquanto vivemos. As drogas, os exercícios físicos, as músicas, os livros, a televisão, os sapatos, os perfumes, a dança, os sabores e tudo aquilo que a gente nunca vai descobrir por completo.

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